Economia
"Marco histórico". Renováveis asseguraram mais de dois terços da eletricidade em Portugal em julho
Nos primeiros sete meses do ano, a incorporação renovável situou-se nos 75 por cento, "mantendo Portugal na vanguarda europeia", segundo a APREN - Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
Cerca de 70,5 por cento da eletricidade produzida em Portugal no mês passado foi proveniente de energias renováveis. A tecnologia solar fotovoltaica foi a principal fonte de geração elétrica, assegurando 25,8% da produção nacional.
“O mês de julho ficou marcado por um feito notável para o setor energético nacional: a energia solar fotovoltaica liderou a produção de eletricidade, representando 25,8% do total do mix de geração e destacando-se face às restantes fontes”, lê-se num comunicado da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
A tecnologia hídrica ocupou a segunda posição, com 21%, seguida da energia eólica, com 17,7%.
“Analisando o acumulado dos primeiros sete meses do ano (janeiro a julho de 2026), a incorporação renovável na produção elétrica alcançou os 75%”, refere a APREN.
“Este desempenho coloca Portugal no quarto lugar entre os países europeus analisados com maior percentagem de renováveis na geração, ficando apenas atrás da Noruega (97,3%), da Dinamarca (94,3%) e da Áustria (78,9%)”, acrescenta.
Durante este período registaram-se 694 horas não consecutivas em que a produção renovável foi suficiente para assegurar a totalidade do consumo de eletricidade em Portugal Continental, o equivalente a cerca de 29 dias completos. Entre janeiro e julho, a produção renovável permitiu a Portugal evitar a importação de 667 milhões de euros em gás natural e de 374 milhões de euros em eletricidade.
“O mês de julho representa um marco histórico para o nosso sistema elétrico. O facto de a energia solar ter assumido a liderança na produção de eletricidade reflete o dinamismo e a forte aposta que tem sido feita nesta tecnologia”, afirma Susana Serôdio, coordenadora de Políticas e Inteligência de Mercado da APREN.
“Contudo, para continuarmos a bater recordes e potenciarmos o papel fundamental do solar e das restantes fontes limpas, é urgente acelerar os processos de licenciamento e desenvolvimento de novos projetos renováveis em Portugal pois é o único caminho para garantirmos a transição energética do país de forma competitiva, sustentável e sem atrasos”, acrescenta.
No final de junho de 2026, as fontes renováveis representavam já 79,5% do total da capacidade instalada em Portugal, de acordo com a APREN. Desde 2016, a capacidade renovável aumentou em 9.143 MW, o que equivale a um crescimento de 68,2%.
“O mês de julho ficou marcado por um feito notável para o setor energético nacional: a energia solar fotovoltaica liderou a produção de eletricidade, representando 25,8% do total do mix de geração e destacando-se face às restantes fontes”, lê-se num comunicado da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
A tecnologia hídrica ocupou a segunda posição, com 21%, seguida da energia eólica, com 17,7%.
“Analisando o acumulado dos primeiros sete meses do ano (janeiro a julho de 2026), a incorporação renovável na produção elétrica alcançou os 75%”, refere a APREN.
“Este desempenho coloca Portugal no quarto lugar entre os países europeus analisados com maior percentagem de renováveis na geração, ficando apenas atrás da Noruega (97,3%), da Dinamarca (94,3%) e da Áustria (78,9%)”, acrescenta.
Durante este período registaram-se 694 horas não consecutivas em que a produção renovável foi suficiente para assegurar a totalidade do consumo de eletricidade em Portugal Continental, o equivalente a cerca de 29 dias completos. Entre janeiro e julho, a produção renovável permitiu a Portugal evitar a importação de 667 milhões de euros em gás natural e de 374 milhões de euros em eletricidade.
“O mês de julho representa um marco histórico para o nosso sistema elétrico. O facto de a energia solar ter assumido a liderança na produção de eletricidade reflete o dinamismo e a forte aposta que tem sido feita nesta tecnologia”, afirma Susana Serôdio, coordenadora de Políticas e Inteligência de Mercado da APREN.
“Contudo, para continuarmos a bater recordes e potenciarmos o papel fundamental do solar e das restantes fontes limpas, é urgente acelerar os processos de licenciamento e desenvolvimento de novos projetos renováveis em Portugal pois é o único caminho para garantirmos a transição energética do país de forma competitiva, sustentável e sem atrasos”, acrescenta.
No final de junho de 2026, as fontes renováveis representavam já 79,5% do total da capacidade instalada em Portugal, de acordo com a APREN. Desde 2016, a capacidade renovável aumentou em 9.143 MW, o que equivale a um crescimento de 68,2%.